Redes sociais e impactos sociais
Nos últimos anos acompanhamos o boom das redes sociais. Muitas pessoas aderiram a elas, se identificaram como uma forma de encontrar velhos amigos, fazer outros novos, conhecer melhor e se tornarem mais conhecidas daqueles com quem trocavam tímidos “Oi” em ambientes de estudo ou trabalho.
As redes mudaram a forma que nos sociabilizamos. Tornaram-se capaz de nos aproximar de pessoas que, antes, nos eram tão distantes, seja pela localização ou mesmo pela falta de coragem em puxar um assunto. Também nos afastaram de pessoas que eram queridas por nós, mas que em virtude de algum pensamento, atitude que veio a público estampado em páginas de sites como Orkut, Facebook, Twitter, acabou comprometendo a relação.
Para alguns, o impossível virou possível: artistas fizeram fama graças um perfil no Myspace, anônimos tornaram-se atores graças ao Orkut.
As redes sociais serviram como um ponto de encontro para pessoas de má fé, como pedófilos, torturadores de animais, grupos de intolerentes a negros, gays, nordestinos, mulheres, etc.
Mas, estas redes também uniram as pessoas que lutam pelo bem. Grupos para a proteção do meio ambiente, de minorias, e todos aqueles que plantam sementes para mudar o mundo para a melhor.
Redes Sociais e o Teremoto no Chile
O terremoto do Chile mostrou uma tendência de um comportamento positivo que vem acontecendo. Na dor muitos se uniram, usaram a rede para fazer apelos sobre informações de parentes e amigos que estavam no local do terremoto. Algumas respostas surgiram e o alívio para alguns.
Outros viram em sites como Twitter e Facebook uma possibilidade de ser pró-ativo e ajudar as vítimas do terremoto. Arrecadaram mantimentos, uniram voluntários. Para eles as redes sociais não foram apenas um meio de relacionamento social, mas o instrumento que gerou uma atitude social. Esta atitude beneficia não apenas o Chile, mas com ela toda a sociedade sai ganhando.


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